Caiu em golpe no Pix ou no cartão? Defensoria do PR atende de graça em Curitiba no dia 11/11
Neste artigo
O que é o mutirão e quando aconteceQuem pode ser atendidoComo funciona o atendimentoNão espere o mutirão para avisar o bancoPerguntas frequentesFontesO que é o mutirão e quando acontece
Quem caiu em golpe e pode ir ao Centro de Curitiba tem uma data para buscar ajuda sem pagar nada. A Defensoria Pública do Paraná (DPE-PR) vai fazer o mutirão "Golpe Tem Jeito" na quarta-feira, 11 de novembro de 2026, das 9h às 17h, na Boca Maldita (Avenida Luiz Xavier, 34-68, no Centro), com a estrutura da Van dos Direitos.
A ação foi divulgada em 4 de novembro, segundo o HojePR, e acontece nas vésperas da Black Friday, período de aumento de ofertas no comércio. O atendimento fica a cargo do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon).
Quem pode ser atendido
O foco são vítimas de golpes em relações de consumo. A divulgação cita casos como:
- fraude envolvendo Pix;
- falsa central telefônica;
- clonagem de cartão;
- falsa venda;
- links enganosos.
E o que a Defensoria pode fazer? Segundo a reportagem, a equipe pode tentar recuperar valores perdidos e buscar reparação dos danos, tanto extrajudicialmente, fora da Justiça, quanto por ação judicial. Se o caso exigir mais de um encontro, a equipe pode marcar retorno. O coordenador do Nudecon, o defensor público Ricardo Menezes da Silva, resumiu a proposta assim: "tem jeito de prevenir e tem jeito de resolver".
Como funciona o atendimento
Duas informações importam para quem pretende ir. A primeira: é gratuito, por ordem de chegada e sem limite de senhas. A segunda: vale levar os papéis que comprovam o caso, embora a falta deles não impeça o atendimento. A lista divulgada inclui:
- CPF ou RG;
- comprovante de residência;
- comprovante de renda;
- comprovantes das transferências ligadas à fraude;
- boletim de ocorrência, registro no Procon ou outro registro da fraude.
Além do atendimento às vítimas, o mutirão também vai orientar o público sobre como identificar e evitar golpes.
Não espere o mutirão para avisar o banco
Quem fez um Pix para golpista não deve esperar o dia 11. O caminho é avisar o banco o quanto antes e pedir a contestação pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED), do Banco Central. Segundo a Gazeta do Povo, depois da contestação o dinheiro pode ser bloqueado na conta que o recebeu e devolvido se a fraude for confirmada, mas só se ainda houver saldo. Por isso a pressa: os criminosos costumam mover os valores rapidamente. O MED também não vale para arrependimento de compra nem para simples desacordo comercial.
O passo a passo está no guia Golpe do Pix e o MED: como pedir a devolução. Para cartão, veja compra não reconhecida no cartão. E, para as primeiras horas depois de qualquer fraude, o guia de golpes bancários mais comuns.
Quem não mora em Curitiba pode procurar a Defensoria Pública da própria cidade, o Procon ou o Juizado Especial Cível. As informações deste texto são de 4 de novembro de 2026 e podem mudar. Antes de ir, confira os canais oficiais da Defensoria Pública do Paraná.
Perguntas frequentes
Quem pode ser atendido no mutirão?
Segundo a divulgação, vítimas de golpes ligados a relações de consumo, como fraude no Pix, falsa central telefônica, clonagem de cartão, falsa venda e links enganosos.
Precisa agendar ou pegar senha?
Não há agendamento divulgado. O atendimento é por ordem de chegada e, segundo o HojePR, sem limite de senhas.
Que documentos devo levar?
CPF ou RG, comprovante de residência, comprovante de renda, comprovantes da transferência e o registro da fraude (boletim de ocorrência, Procon ou outro). A falta deles não impede o atendimento.
O atendimento tem custo?
Não. O mutirão é gratuito e feito pelo Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria.
Devo esperar o dia 11 para avisar o banco?
Não. Quem caiu em golpe no Pix deve avisar o banco o quanto antes e pedir a contestação pelo MED, porque o dinheiro pode ser transferido rapidamente.
Fontes
Atualizado em 4 de novembro de 2026. Conteúdo informativo, sem consultoria individual e sem oferta de serviços.
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